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Esporte Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014, 15:25 - A | A

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014, 15h:25 - A | A

Gilmar Calonga faz “caça as bruxas” no Operário

Gilson Giordano - Capital News (www.capitalnews.com.br

Sem querer fazer o tradicional “caças às bruxas”, o técnico Gilmar Calonga que, com a derrota encerrou o seu ciclo de treinador à frente do elenco do Operário demonstrou uma ponta de insatisfação com a diretoria do clube e também apontou a displicência de alguns jogadores na partida em que o time perdeu para a SERC por 1 x 0 e selou momentaneamente a chance de o time voltar à série A do Estadual de Futebol.

Em entrevista ao site capital News, Gilmar Calonga abordou alguns assuntos e entre eles, a falta de disciplina e a diferença do jogador em defender o time alvinegro.
Passeando pelo Shopping, logo no primeiro momento Gilmar disse que a diretoria ainda tem que fazer o acerto financeiro não apenas com ele, mas de forma geral com todos que estiveram no clube no estadual da Segundona.

JOGO

A respeito da partida decisiva para as aspirações do time na competição e o mesmo acabou sendo derrotado por 1 x 0, Gilmar Calonga disse que alguns dos jogadores não corresponderam às expectativa dele e da comissão técnica.

“Apostei em algumas peças (jogadores) que não renderam o que eu esperava e, além disso, o time não foi feliz nas finalizações”, disse o treinador.

Interrogado a respeito das tais “peças”, ele logo apontou o meia Uelisson Santana e Johnny, que estiveram abaixo da crítica e comprometeram o rendimento do time em campo.

“O trabalho foi feito. Faltou mais sorte ou vontade”, disse o técnico ressaltando ainda que, “faltou identidade para jogar no Operário”.

‘Não é porque o jogador tem uma boa qualidade técnica que pode jogar no Operário. “Tem que ter identidade com o clube, a vontade tem que transcender a técnica, a determinação”, apontou o treinador.

Ele também admitiu que a falta de uma estrutura maior pudesse ter influenciado negativamente no rendimento de alguns jogadores no elenco,

CONTRATAÇÕES

Contratado desde o início das atividades, o lateral esquerdo Adaílton não realizou uma partida ao menos e interrogado a respeito da permanência do atleta no elenco, Gilmar deu a sua explicação.

“Ele (Adaílton) sofreu uma contusão na segunda semana de treinamentos e os médicos do clube demoraram muito em fazer o tratamento dele e quando isso aconteceu, o problema estava agravado. Ele fez o tratamento e quando voltou sentiu de novo em maior escala”, apontou.

Gilmar disse também que logo no início a diretoria pensou em dispensar o jogador, mas ele acabou chamando para si a responsabilidade, ao afirmar que, caso isso acontecesse, poderia prejudicar o clube com uma ação trabalhista movida pelo atleta.

“Ele (Adaílton), é da minha confiança e para onde eu for farei questão de levá-lo comigo”, assegurou.

Além de Adailton, outro jogador que teve uma passagem relâmpago pelo Clube, foi o atacante Careca. Além de ter a passagem meteórica a contratação do mesmo foi conturbada demorando dias para o seu desfecho e quando isso aconteceu, ele assinou, treinou, jogou apenas 20 minutos e depois deixou o clube rumo ao São Bento de Sorocaba onde já tinha assinado um pré-contrato com o clube paulista que exigia a sua presença o mais rápido possível evitando que o mesmo atuasse na partida contra a SERC, neste domingo (9).

“Eu falei para os dirigentes que eu queria o Sandrinho. Essa era a minha prioridade. Mas eles (dirigentes) alegaram que estavam sem dinheiro e que havia sido encerrado o ciclo de contratação no clube”, disse.

Sem afirmar, mas Gilmar pode ter acreditado que os dirigentes fizeram “corpo mole” para contratar o jogador indicado por ele e tão logo o mesmo acertou com a SERC, foram anunciadas as contratações de Careca e Andrinho.

“Careca chegou sem condições. Com o peso bem acima. Admiro a direção do Operário pegar um jogador nas condições dele (Careca) que não ajudou em nada e ainda levou uma grana que poderia ser direcionada em outras coisas”,lamentou o treinador.

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A contratação do atacante Careca pode ter sido uma das discórdia entre técnico e diretoria pelo fato de o atleta estar sem condições de jogo
Foto: Divulgação/Operário FC

INDISCIPLINA

A respeito de indisciplina dentro do elenco, Calonga negou de forma veemente.

Na viagem de retorno da Corumbá, dois jogadores do elenco teriam viajado bêbados. “Isso eu desconheço, mesmo porque eu sento bem na frente e não sei o que se passa nos fundos (do ônibus). O Reinaldo (diretor de futebol) que ia com eles. Mas nunca me falou nada”, disse o treinador.

FUTURO

Por fim, o treinador falou a respeito do seu futuro à frente do futebol e de acordo com as suas informações, ele já teria recebido duas sondagens, sem, no entanto, revelar quais seriam esses clubes.
 

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James 11/11/2014

Que sirva de exemplo estas coisas que aconteceram,pois provavelmente o galo irá disputar outro campeonato e futebol proficional tem que ter DINHEIRO,poriço comecem á correr atras antes da pré-temporada para que dez do treinador até o ultimo atleta no banco estejam satisfeitos e com espirito para jogar (saco vazio não para em pé.) jogar por amor a equipe,desesperado vendo sua familia padecendo aja AMOR;me desculpem o OPERARIO. Sei que foram passados alguns valores aos atletas,mas não é o suficiente para sanar os problemas de de cada um poriço que estou sugerindo que comecem á trabalhar buscando patrocinio,campanhas...........

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1 comentários


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