Marrentos, provocadores e com a capacidade de tirar muitos adversários do sério. Quem viu o voleibol cubano em sua época áurea se lembra dos palavrões e gritos na cara, os risos de deboche e olhares irônicos para o outro lado da rede. Mas quem assistir algum jogo da equipe no Mundial de 2014 e esperar o mesmo vai ter um grande susto.
Em Katowice, na Polônia, os cubanos que neste domingo enfrentarão a seleção brasileira, a partir das 14h15 (MS), estão muito bonzinhos e não são nem sombra do que Joel Despaigne, Raul Diago e outros nomes históricos faziam. Tanto na bola como na busca por intimidar ou irritar os rivais.
O Brasil venceu seus quatro compromissos até agora e já está garantido como o primeiro colocado do Grupo B, mesmo com uma derrota na partida deste domingo.
Cuba ganhou dois dos seus jogos (contra Coreia do Sul e Tunísia) e a tendência é que se classifique na quarta e última vaga. Perdeu jogos para Finlândia e Alemanha, países com tradição e história no vôlei bem menores do que a do país caribenho.
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