Reinaldo, Nelsinho e Delcidio; Disputa ao Governo
Matemática do voto I – Se cada um dos seis candidatos a governador gastar durante a campanha política o teto informado à Justiça Eleitoral, Mato Grosso do Sul terá o sexto maior ‘custo por voto’ do Brasil.
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Matemática do voto II – Na média, conforme matéria veiculada pelo site Midiamax, cada eleitor custará R$ 51,90, menor apenas que Roraima, Distrito Federal, Alagoas, Rondônia e Tocantins.
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Matemática do voto III – Em Roraima está o maior custo do Brasil, chegando a R$ 90,18. Na outra ponta da tabela está o politizado estado do Rio Grande do Sul, com média de R$ 6,42.
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Matemática do voto IV – O ‘custo por voto’ leva em conta o limite de gastos declarado pelos candidatos dividido pelo número de eleitores. A previsão de gasto não significa que ‘o céu é o limite’.
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Matemática do voto V – Em Mato Grosso do Sul, os seis postulantes a governador, somados, preveem gastar, no máximo, R$ 94,4 milhões na campanha, em um colégio que engloba 1.818.937 votos.
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Matemática do voto VI – Pela legislação eleitoral, os próprios partidos devem informar sua previsão máxima de gasto no ato do registro da candidatura. É claro que não se deve omitir o nome dos patrocinadores.
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Matemática do voto VIII – O maior limite declarado no ato do registro da candidatura para suceder o governador André Puccinelli foi o de Nelsinho Trad (PMDB) de R$ 30 milhões.
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Matemática do voto IX – De acordo com o levantamento feito por um site on-line de Campo Grande, o senador Delcídio do Amaral (PT) estima que a sua campanha política consuma, no máximo, R$ 28 milhões.
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Matemática do voto X – O deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB) está em campanha trabalhando com um cronograma financeiro fixado em R$ 25 milhões para tentar convencer o eleitor.
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Matemática do voto XI – O representante do Partido Progressista (PP) à sucessão estadual, Evander Vendramini definiu como teto financeiro de campanha um custo estimado em R$ 11 milhões.
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Matemática do voto XII – Como captação de recurso para uma campanha política não é uma tarefa nada fácil, o candidato a governador professor Sidney Melo (PSOL) trabalha com um custo de R$ 250 mil.
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Matemática do voto XIII – O custo de campanha ainda mais modesto foi estabelecido pelo Professor Marco Antonio Monje (PSTU). Ele acredita que não irá gastar mais de R$ 161.616,16.
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Matemática do voto XIV – A campanha ao governo de Mato Grosso do Sul está longe de ter o custo elevadíssimo como o estimado em estados como São Paulo e Rio de Janeiro.
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Matemática do voto XV – Conforme reportagem da Folha de São Paulo a disputa paulista custará R$ 324 milhões, enquanto os candidatos cariocas preveem gastar R$ 185,91 milhões.
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Matemática do voto XVI – O custo sul-mato-grossense é menor, por exemplo, que o do vizinho Mato Grosso. Politicamente falando o estado mater continua mais adiantando que o sul-mato-grossense.
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Matemática do voto XVII – Conforme dados oficiais, os cinco candidatos mato-grossenses estimam gastar R$ 110 milhões, o nono maior custo no Brasil, com o sétimo maior custo por voto: R$ 50,22.
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A força do voto – Os valores previstos são importantes para que o eleitor possa avaliar sua importância na definição do futuro de deseja, almeja, sonha para si e para os seus familiares.
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Voto consciente – É muito importante que o eleitor (a) analise de forma bastante criteriosa o perfil de cada um dos candidatos que estão se apresentando antes da consumação do voto na urna eletrônica.
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Sérgio Santos – “A maior arma do povo contra a corrupção é o voto consciente.”
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