Divulgação PSDB-MS
Apesar de o líder do PMDB na Assembleia, Eduardo Rocha, sugerir até "cintada" para Nelsinho Trad atrair o primo democrata à coligação por ele encabeçada (leia aqui), parece que não vai ter jeito. Luiz Henrique Mandetta, presidente regional do DEM, embora cotado a outros cargos, já decidiu que vai disputar a reeleição para deputado federal e prefere ficar mesmo ao lado de Reinaldo Azambuja (PSDB) para o governo.
No diagnóstico do médico, a disputa pelas oito cadeiras do estado na Câmara será acirrada. Ele vê a chapa do PMDB "pesada e já escalada" devendo fazer quatro deputados: Fábio Trad, Marun, Geraldo Resende e uma quarta vaga entre Tereza Cristina e Sérgio Assis (ambos do PSB).
Do lado do PT, Mandetta vê pelo menos três eleitos: Zeca, Vander Loubet e uma terceira vaga disputada por Biffi e Dagoberto (PDT).
Seguindo esse prognóstico, restaria uma vaga à coligação tucana, que o democrata poderá disputar com deputado estadual Márcio Monteiro (PSDB) e com o vereador Elizeu Dionízio (SD).
E ele acredita que se Azambuja crescer na campanha poderá fazer até dois deputados, tirando uma vaga do PMDB. De quebra, essa aliança mantém a proximidade de Mandetta com o senador e presidenciável tucano Aécio Neves.
Nunca é demais lembrar, entretanto, que, como dizia o cauteloso mineiro banqueiro e político Magalhães Pinto, política é como nuvem: você olha está de um jeito, olha de novo e tudo mudou.
Portanto, essa avaliação de Mandetta vale para o momento.
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