Quando Ricardo Ayache despontou como pré-candidato da ala delcidista do PT à Prefeitura de Campo Grande, José Orcírio, o Zeca, usou seu prestígio de ex-governador cogitando ser candidato.
Agora, com a saída de Ayache, fica a dúvida sobre o rumo do PT na disputa pela Prefeitura de Campo Grande no ano que vem.
Perguntas começam a ser feitas nos bastidores políticos.
Vejamos algumas:
– José Orício, o Zeca (que ameçou ser candidato cobrando unidade interna, embora jamais tenha se afinado com o grupo de Delcídio) arriscará seu prestígio político concorrendo contra a rejeição ao petismo que era tradição em MS e virou onda nacional num cargo executivo podendo repetir o fiasco do sobrinho Vander na eleição anterior?
– O PT zequista teria a humildade de abrir mão da cabeça de chapa para lançar alguém carismático, como por exemplo a Dona Gilda, como vice confiável de um candidato como Alcides Bernal (PP) para fechar uma chapa competitiva diante das circunstâncias da "porteira aberta" com a crise política que impera no atual mandato da Capital?
– Alcides, o Bernal, teria agora inteligência emocional e principalmente política para fazer essa composição que poderia, inclusive, eleger uma expressiva bancada de vereadores e, pelo perfil, angariar aliança de bancadas com perfis similares de oposição ao que aí está protagonizando a grande crise atual?
Indagações que só o tempo, bem próximo por sinal, poderá responder sim ou não.
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