Ilustração/Reprodução
Reinaldo Azambuja (PSDB) anda preocupado com o "pacote de bondades" do atual governador André Puccinelli (PMDB). Vai assumir o cargo com caixa “zerado”: sem dívida imediata, mas sem grana para investimentos. Em janeiro, tem novidades como reajustes concedidas pelo atual governo em fim de mandato: de salários, no duodécimo aos demais poderes e à Universidade Estadual (Uems), por exemplo. Tem também menos dinheiro. Foi ampliado o teto do Simples, o que vai retirar R$ 1 milhão por mês de receita do Estado; foi reajustado o gasto do Fundersul para fazer asfalto e reduzida a fatia da Agesul, que terá uns R$ 200 milhões a mais para pagar de obras em andamento, inviabilizando novos projetos.
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O futuro, para Azambuja
Além do orçamento enxuto, outro obstáculo do início de mandato de Reinaldo Azambuja (PSDB) deve ser a oposição federal. Pelo rodízio, o deputado Vander Loubet (PT) deve passar a coordenação da bancada de MS a um senador. Como Moka era seu antecessor e Simone Tebet (ambos do PMDB) está chegando, a coordenação em 2015 deve ficar com Delcídio (PT). Além disso, já de olho em 2016, a presidente Dilma deve buscar parcerias diretas com prefeitos nos estados governados pela oposição nos anos que vem e no seguinte. Ou seja, o novo governador de Mato Grosso do Sul não deve ter vida fácil em 2015.
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