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A cogitada chapa com Delcídio do Amaral (PT) para governador com Reinaldo Azambuja (PSDB) para senador divide lideranças de alguns partidos de Mato Grosso do Sul mesmo antes da atípica aliança petista-tucana ser fechada.
O motivo é que alguns "delcidistas" ou integrantes de siglas que já declararam apoio ao petista, como o PDT, deixam claro desde já que querem apoiar André Puccinelli (PMDB) para o Senado.
No PMDB, o presidente da Assembleia Jerson Domingos, apoiador do governador, é um delcidista de primeira hora.
No PR, o deputado estadual Paulo Corrêa defende que o partido apoie Delcídio e torce para que André deixe o governo até o fim da semana que vem para disputar a cadeira senador. Ao site parceiro Capital News, Corrêa afirmou ontem que em seu partido não chega a 10% a corrente que apoia a pré-candidatura de Nelsinho Trad (PMDB) ao governo (leia aqui).
No PDT, primeiro partido a declarar apoio ao projeto político de Delcídio, em reunião de dirigentes estaduais com a presença da imprensa na quinta-feira anterior, dia 20, o ex-deputado federal Dagoberto Nogueira defendeu o governador André para a cadeira de senador.
André, por sua vez, segue mantendo o suspense. Só deve anunciar se será candidato ou não, no fim do prazo para deixar o governo.
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