Fotos reprodução de vídeo e Chico Ribeiro, da asse
Depois de o segundo turno começar quente no embalo do calorão primaveril atual, o velho ditado "diga com quem andas..." parece inspirar marqueteiros e faz apoiadores virarem alvo neste segundo turno marcado pela troca de acusações na disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul entre Delcídio do Amaral (PT) e Reinaldo Azambuja (PSDB). Nos bastidores, nas redes sociais e via Whatsapp o que se diz sobre as candidaturas é que, além de secretarias e outros cargos, até futuras vagas no Tribunal de Contas e cadeiras de desembargador no Judiciário que são preenchidas por escolha do governador por meio do chamado Quinto Constitucional teriam sido acordadas em troca de apoios.
Na propaganda eleitoral, a campanha de Delcídio mira Azambuja disparando imagens do adversário ao lado do ex-prefeito Nelsinho Trad (PMDB) e de outras lideranças. E diz o reclame petista que, embora prometa "mudança", o tucano teve adesão maciça do PMDB e de siglas que orbitam em torno dos peemedebistas frisando que as forças que há décadas estão no poder regional deverão continuar mandando num eventual governo do antigo aliado PSDB.
Azambuja rebate. Em entrevista à TV Morena, ontem, o tucano frisou que o apoio de 14 partidos ao seu projeto aconteceu sem negociação de cargos e “sem mudar um milímetro do programa de governo". E contra-ataca. Reafirmou que o adversário Delcídio já negociava cargos, contando em levar a eleição no primeiro turno, com o deputados Jerson Domingos (PMDB), presidente da Assembleia, e Londres Machado (PR), seu vice. Em meio ao fogo cruzado, ambos tentam convencer o eleitor que, por sua vez, vai responder na batalha final das urnas, no dia 26.
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