"Deus é fiel. Enfrentamos governo, enfrentamos poderes, enfrentamos imprensa e Deus nos honrou. Quase 72 mil votos à frente é inédito nesta cidade", falou à GloboNews Marquinhos Trad (PSD). O prefeito eleito de Campo Grande disse que já telefonou ao atual prefeito Alcides Bernal (PP), agradeceu o apoio, e vai começar a transição hoje (31). Disse também que pretende conversar com o governador Reinaldo Azambuja e com a vice-governadora Rose Modesto (ambos do PSDB), que venceu na eleição de ontem, em busca de parcerias para a cidade. "A partir de hoje quero estender as mãos aos governador, que não vai recolher as dele em função da derrota nas urnas. Vou conversar com a vice, que foi derrotada nas urnas. E vamos conversar com prefeito atual, numa transição de maturidade e responsabilidade" declarou.
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Campo Grande elege Marquinhos prefeito
Leonardo Cremer especial para o www.MarcoEusebio.com.br
Nelsinho, Otávio e Mandetta comemoram vitória com Marquinhos
O deputado estadual Marquinhos Trad (PSD) é o prefeito eleito de Campo Grande. Com 100% das urnas apuradas, ele alcançou votos 241.876 votos (58,77%) numa diferença de 72.216 votos em relação a adversária Rose Modesto (PSDB) que obteve 169.660 (41,23%). Marquinhos acompanhou a apuração na casa da mãe, Terezinha, ao lado de familiares, amigos e apoiadores.
Filho do ex-deputado federal Nelson Trad (in memoriam), Marcos Marcello Trad, o Marquinhos, é o caçula dentre os filhos homens da tradicional família de políticos da cidade. Seu irmão mais velho, Nelsinho, foi prefeito por duas vezes da Capital, seu irmão Fábio foi deputado federal; o primo Mandetta (DEM) é deputado federal, o primo Paulo Siufi (PMDB) é vereador e o sobrinho Otávio Trad (PTB) é vereador. Casado com Tatiana, o prefeito eleito é pai de quatro filhas: Andressa, Aline, Mariana e Alice.
Quando assumir a Prefeitura no início de 2017 o destino da cadeira que ocupa na Assembleia vai depender da decisão do vereador reeleito Paulo Siufi (PMDB), seu primo. Primeiro suplente, Siufi ainda avalia renunciará aos próximos quatro anos de mandato na Câmara para assumir dois anos como deputado estadual. Caso continue vereador, a vaga vai para Daltro Fiúza, ex-prefeito de Sidrolândia, segundo suplente do PMDB.
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