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CapitalTV Quinta-feira, 28 de Abril de 2016, 06:30 - A | A

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Comissão de impeachment define calendário para ouvir acusação e defesa de Dilma

Da TV Senado

 

A Comissão Especial do Impeachment ouvirá nesta quinta-feira (28), às 16h, os autores do pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff: os juristas Miguel Reale Jr., Janaina Paschoal e Hélio Bicudo. Na sexta-feira (29), às 9h, será a vez de o governo se defender. Para isso, foram escalados o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

Na reunião de quarta-feira (27) a comissão definiu os nomes dos especialistas que irão ao colegiado para apresentarem seus argumentos contra e a favor do impedimento da presidente Dilma Rousseff.

Conforme os requerimentos aprovados, para o dia 2 de maio, a pedido dos oposicionistas, estão convidados o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público do Tribunal de Contas, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Velloso e o professor de Direito José Maurício Conti. A reunião será às 10h30.

Por sugestão dos governistas, serão ouvidos no dia 3 de maio os professores Geraldo Luiz Mascarenhas Prado e Ricardo Lodi Ribeiro, além do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Marcello Lavenère. Com isso, a comissão fechou seu calendário de atuação até o dia 6 de maio, data prevista para votação do relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

 

Após definir os convidados que serão ouvidos pela Comissão Especial do Impeachment, os senadores partiram para mais de três horas de debate sobre o processo de impedimento da presidente da República, Dilma Rousseff.

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maria 28/04/2016

Partidarismo' de mídia no Brasil deu peso a imprensa internacional, diz colunista da 'Economist' Michael Reid “ considerar a manobra constitucional uma má ideia, também adota uma posição bastante crítica em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha. "Para quem vê de fora, Cunha tem muito ao que responder e deveria ser afastado do Parlamento até que as acusações contra ele fossem investigadas, até por uma questão de credibilidade do processo".

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