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Casos de dengue diminuem e de zika aumentam na Capital

População deve ter cuidado redobrado com criadouros do mosquito durante período de chuvas

Esthéfanie Vila Maior
Capital News

Reprodução / PMCG

Objetos comuns são focos do Aedes em 80% dos casos

Períodos de chuva aumentam os riscos de proliferação do mosquito

Os casos de Dengue em janeiro de 2018 caíram 19,10%, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Entretanto, houve um aumento de notificações de zika vírus. Os casos de chicungunya se mantiveram estáveis. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) de Campo Grande.

 

Foram registrados 326 casos de dengue em janeiro, contra 403 no mesmo período do ano passado. Já os registros de zika aumentaram de 16 para 20 casos. Foram 15 notificações de chicungunya  tanto em 2017 quanto em 2018.

 

As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti ocorrem com mais frequência nos meses de verão, divido a incidência de chuvas. O acúmulo de água parada em vasos de plantas, baldes, pneus, calhas, garrafas, latas de lixo e outros recipientes são criadouros propícios para reprodução do mosquito. 

 

Apesar da redução dos casos de dengue, a população precisa redobrar o cuidado. O coordenador da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), Eliasze Guimarães, lembra que 80% dos focos dos mosquitos continuam sendo encontrados dentro das casas. “A participação da população na guerra contra o mosquito é fundamental. Se cada um fazer a sua parte nós vamos continuar vencendo esta batalha e evitando que não só a dengue, mas como as demais doenças também voltem com força total”, destacou.

 

De acordo com o Boletim, de janeiro a dezembro de 2016, foram notificados mais de 8,4 mil casos de Dengue no Município de Campo Grande. No mesmo período de 2017, o número caiu para 3,1 mil notificações, uma redução de aproximadamente 89%.

 

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