Terça-feira, 30 de Setembro de 2008, 11h:26 -
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Hoje é o último dia de vacinação contra a Rubéola
Da Redação
Termina nesta terça-feira (30) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Rubéola e a Síndrome da Rubéola. O prazo anterior era dia 12 de setembro, contudo, como muitos Estados não atingiram a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde – de 95% de cobertura vacinal da população alvo –, o ministro da pasta, José Gomes Temporão, decidiu que a data final fosse estendida até o último dia de setembro.
Até o momento, o ministério vacinou 61.005.195 pessoas o que equivale a 86,97% dos brasileiros na faixa etária recomendada (entre 20 e 39 anos). Apenas o estado de Santa Catarina – com 95,59% de imunização – já alcançou a meta. Também pode-se destacar os estados de Alagoas (93,53%), Maranhão (92,76%), Espírito Santo (92,53%), Pernambuco (92,36%), Sergipe (92,26%), Ceará (90,94%) e o Distrito Federal (91,40%).
Em Mato Grosso do Sul já são 661.181 pessoas vacinadas contra a doença, o que corresponde a 84,95%. Mesmo com uma cobertura razoável, ainda faltam 117.178 cidadãos a serem imunizados contra a rubéola no estado. Estas pessoas devem procurar as unidades e postos de Saúde para tomar a vacina. Dos 78 municípios que integram o estado, 50% alcançou a meta.
Regiões
Até agora, a região Nordeste atingiu 89,85% dos 18.989.924 que precisam tomar a vacina; em seguida está o Sudeste, com 86,62% de uma população de 31.751.029 do público alvo. Em terceiro lugar o Sul que imunizou 86,44% dos 8.979.742 de brasileiros moradores daquela região. O Centro-Oeste e o Norte estão com uma cobertura de 83,40% e 83,00% de uma população com 5.234.769 e 5.193.561, respectivamente, que precisa tomar a vacina.
A doença
A Rubéola é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Togavírus. Sua característica mais marcante são as manchas vermelhas que aparecem primeiro na face e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo inteiro. O contágio ocorre comumente pelas vias respiratórias com a aspiração de gotículas de saliva ou secreção nasal. A rubéola congênita, ou seja, transmitida da mãe para o feto, é a forma mais grave da doença, porque pode provocar malformações.
Quando a doença acomete crianças, as principais conseqüências para a saúde do paciente são cegueira, surdez e retardo mental. Nas mulheres grávidas, a infecção causada pelo vírus da rubéola resulta em malformação congênita no bebê - mulheres que não tiveram rubéola devem ser vacinadas antes de engravidar. (Com assessoria)
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