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Quinta-Feira, 19 de Maio de 2022, 14h:32
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Casos de dengue aumentam e CCZ intensifica orientação

Número de casos confirmados em 2022 já é cinco vezes maior que ano passado inteiro

Rogério Vidmantas
Capital News

Divulgação/PMCG

Casos de dengue estão estáveis em Campo Grande

Cuidados nas residências devem ser intensificados pelos moradores

O número de casos notificados e confirmados de dengue no município de Dourados tem aumentado nas últimas semanas. Esse crescimento ganha números no último boletim divulgado pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde que mostra a evolução da doença semana a semana. Até o último dia 18, foram 944 notificações com 482 resultados positivos e outros 321 esperando resultados. Em menos de cinco meses completos, o número de casos confirmados já é quase cinco vezes maior que todo ano de 2021.

 

O aumento nos casos confirmados de dengue se acentuou a partir de março. Nos dois primeiros meses do ano, foram 47 notificações, com apenas 20 confirmados. Apenas em abril, foram 208 testes positivos para doença em universo de 411 notificações. Em maio, até o dia 18, último registrado no atual boletim, foram 224 notificações, com 86 casos confirmados.

 

Essa tendência de crescimento faz com que o Centro de Controle de Zoonoses busque melhorar a comunicação com a população. “Estamos intensificando nossas ações de educação em saúde através de panfletagens, orientações em entrevistadas em rádios, rede de televisão, e principalmente durante as visitas domiciliares”, explica Luís Carlos Luciano Júnior, médico veterinário e coordenador do CCZ.

 

Para ele, essa parceria com a população é fundamental para que os números voltem a cair. “Toda ação é importante, por mínima que seja. Cada um precisa ser responsável pelo cuidado do próprio imóvel e evitar, por exemplo, descarte indevido de embalagens de alimentos vazias em vias públicas. Esse lixo descartado se torna depósitos propícios para proliferação do mosquito Aedes aegypti que transmite, além da dengue, outras doenças como zika e chicungunya”, explica Luciano.

 

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