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Polícia Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007, 16:22 - A | A

Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007, 16h:22 - A | A

PF incinera 2,5 ton de entorpecente em Corumbá

Capital do Pantanal

A Polícia Federal incinerou 2,5 toneladas de entorpecente , nesta manhã de sexta feira,30, nos fornos da Ferro Ligas, da Urucum Mineração em Corumbá. A droga é produto de apreensão em todo estado de Mato Grosso do Sul nos últimos meses e, faz parte de processos que já transitaram em julgado.

De Corumbá apenas 111 quilos de cocaína e 19 de maconha fizeram parte do montante. O delegado Guilherme de Castro Almeida explicou ao Capital do Pantanal que esta droga não reflete o total de apreensões alcançado no ano de 2007, “tendo em vista que somente serão incinerados os entorpecentes relativos a processos nos quais já consta autorização judicial para destruição”. Segundo ele a Polícia Federal bateu o Record das apreensões este ano, “isto mostra a atuação da polícia”, disse enfatizando que é fruto de um trabalho, “repressivo, investigativo também conseqüências de denúncias”.

O superintende Estadual da Polícia Federal Luiz Adalberto Philippsen que acompanhou e assinou o termo de incineração disse que, as apreensões têm sido freqüentes. Apesar do número reduzido de policiais na cidade , “os resultados tem superado as expectativas possibilitando um aumento do efetivo e gerando preocupações no Governo Federal. As fronteiras, todas elas, fazem parte de um projeto que prevê mais homens em atuação, entretanto com o que temos levamos a bons termos nosso trabalho”.

Para o superintende, a sazonalidade das apreensões não permite que se faça um diagnóstico concreto do grau de periculosidade, ou comparativo, entre as fronteiras brasileiras, “mas, estamos possibilitando sempre a evolução dos nossos trabalhos”. Pela apreensões históricas ocorridas nesta região a queima das drogas (cocaína e maconha) tem sido feita sistematicamente em Corumbá, “ aqui temos uma boa estrutura” salientou Philippsen lembrando que as apurações dos casos hoje impedem uma maior agilidade na divulgação das prisões, “nós zelamos pelas pessoas, que muitas vezes , após a conclusão de um inquérito possam ser consideradas inocentes”.

Também participaram da queima o chefe da Delegacia de Combate ao Entorpecente Antônio Knoll; Superintendente Estadual Luis Adalberto Phillippsen; Os delegados de Corumbá: Guilherme Castro Almeida; Arthur Ferreira da Silva; Fernando José Parizoto Silva e Adriano Amaral, além de delegados da Capital e presença do Ministério Público Estadual.



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