A medida faz parte de um conjunto de normas para maternidades lançado hoje (22) pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e vale para a rede pública e privada.
As unidades de saúde serão orientadas a estimular a evolução natural do trabalho de parto e a adotar medidas para aliviar as dores da grávida, sem necessariamente usar medicamentos.
De acordo com o ministério, o objetivo é promover mudanças estruturais nas unidades de atenção obstétrica e neonatal, além de controlar os possíveis riscos à gestante e ao bebê, reduzindo os índices de mortalidade materna e de recém-nascidos.
Por anos, são registrados cerca de 3 milhões de nascidos vivos no país, sendo que quase 2,1 milhões nascem nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, 1,4 milhão corresponde a partos normais e 670 são cesarianas. (Agência Brasil)
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