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Segunda-Feira, 21 de Março de 2022, 11h:29
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Ainda em greve, professores procuram apoio de vereadores

Paralisação de educadores em busca do piso nacional segue sem acordo

Rogério Vidmantas
Capital News

Henrique de Mattos/CMD

Câmara Professores Dourados

Reunião da última sexta foi o primeiro passo na aproximação dos professores com a Câmara Municipal

A greve dos professores municipais de Dourados abriu a segunda semana ainda sem acordo com a Administração. Nos primeiros dias de paralisação, foram duas reuniões com o prefeito Alan Guedes, com propostas rejeitas pela categoria em assembleias. Nesta segunda-feira (21), os educadores devem participar da Sessão Ordinária em busca de apoio dos vereadores.

 

Essa aproximação começou na última sexta (18), quando diretores do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados (Simted) e membros da comissão de negociação se reuniram com o presidente da Câmara, Laudir Munaretto (MDB) e outros vereadores. 

 

Munaretto voltou a pregar o diálogo e reafirmou a disposição do Legislativo em fazer essa interlocução, buscando o acordo que contemple as partes e garanta a retomada das aulas na rede municipal. “Estamos extremamente preocupados com esta situação. A Casa de Leis deseja e vai contribuir para que se encontre a melhor solução. Estamos solidários à luta dos educadores e reconhecemos que ela é legítima. Ao mesmo tempo, nos preocupa o fato de 33 mil crianças continuarem fora das salas de aula. A situação requer urgência nas decisões e nós, enquanto vereadores, queremos e vamos contribuir neste sentido”, disse Laudir, depois de ouvir as explanações do presidente do Simted, Thiago Coelho, e demais membros da instituição.

 

Os trabalhadores em Educação reivindicam o cumprimento da lei do piso salarial e cobram da prefeitura a aplicação do índice de 33,24% de reajuste para professores e 10,06% para os administrativos da educação.

 

De acordo com os diretores do sindicato, é preciso mais disposição e abertura por parte do Executivo para dialogar com a categoria. “É preciso mais compromisso do governo com a educação, ainda mais se levarmos em conta que o município passou dois anos sem maiores gastos com a educação e, também, que neste período a arrecadação só aumentou. Então, falar que não tem dinheiro para atender os educadores não nos convence”, citou o dirigente do Simted.

 

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