O grupo teria dado um prejuízo de mais de R$ 400 milhões aos cofres públicos em impostos que deixaram de ser arrecadados. Pelo menos 75 empresas fariam parte da quadrilha, que atuaria no comércio de cereais há pelo menos 5 anos.
A operação é realizada em Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal.
A base de atuação da quadrilha era a região do Triângulo Mineiro, constituída por empresas comerciais atacadistas, corretoras e armazéns localizados nas cidades de Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Patrocínio, Patos de Minas, Nova Ponte, Santa Juliana, Araxá e Perdizes, principalmente.
O golpe consistia em comprar soja, milho e sorgo de produtores rurais de Minas Gerais e revender essas mercadoria a grandes indústrias de Minas Gerais e de São Paulo. Para não pagar os tributos, as empresas atacadistas simulavam comprar esses mesmos produtos de "empresas de fachada" inscritas nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, São Paulo e até no Distrito Federal, por meio de notas fiscais e créditos de ICMS frios.
Os suspeitos são acusados de crimes contra a ordem tributária, uso de documentos falsos, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro(Com informações do Portal Terra).
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