O objetivo é reduzir o consumo de energia elétrica já que há, além do melhor aproveitamento da luz natural, uma queda na demanda máxima do sistema elétrico pelo deslocamento da ponta de carga para fora do horário de pico habitual. Este efeito alivia o carregamento dos sistemas de transmissão e distribuição de eletricidade, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde o consumo de energia é mais acentuado.
Em Mato Grosso do Sul, a concessionária Enersul, prevê uma economia de energia de 0,3% ou 4.552,4 megawatts-hora (MWh), o equivalente ao consumo de um mês do município de Miranda, com uma população de aproximadamente 23 mil habitantes.
Na região Sudeste/Centro Oeste, a hipótese de redução da economia de energia elétrica prevista para este período é de 0,5%. A redução de demanda no horário de ponta, que ocorre entre 17h e 22h, deverá ser de 4,4%, equivalente ao dobro da carga no horário de ponta da cidade de Brasília.
A redução de demanda prevista no horário de ponta é de 5,4% (35 MW), equivalente à potência de uma unidade geradora da UTE William Arjona. Conforme relatório do ONS, com a adoção do Horário de Verão, poderá ser evitada a sincronização de uma das unidades geradoras desta UTE no horário de ponta, sem prejuízo da segurança operacional do suprimento, proporcionando uma economia da ordem de R$ 2,5 milhões para o Sistema Interligado Nacional.
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