Mato Grosso do Sul já contabiliza 366 registros formais de moradores que manifestaram, em cartório, o desejo de doar órgãos após a morte por meio da AEDO (Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos).
O serviço digital foi criado pelos Cartórios de Notas e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, permitindo que a decisão seja registrada de forma gratuita e com validade jurídica.
Segundo o Colégio Notarial do Brasil – Seção Mato Grosso do Sul, o Estado tem atualmente mais de 290 pessoas na fila por um transplante, enquanto no país o número ultrapassa 48 mil pacientes.
A ferramenta funciona de forma totalmente online. O cidadão acessa a plataforma, solicita certificado digital, participa de videoconferência com um tabelião e assina eletronicamente o documento indicando os órgãos que deseja doar.
Após o registro, a autorização passa a integrar a base nacional do Sistema de Doação de Órgãos e pode ser consultada por equipes médicas autorizadas.
Para o presidente do CNB/MS, Elder Dutra, o sistema ajuda a formalizar a decisão do doador e dar mais segurança ao processo. “Cada autorização pode representar uma chance real de salvar vidas”, afirmou.
A AEDO também pode ser cancelada a qualquer momento pelo próprio cidadão.
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