"Para a reunião de terça-feira, nós temos que ter em mãos informações sobre patrimônio, responsabilização, balancetes, pagamentos já efetuados. Toda sorte de informação que envolva o ativo e o passivo trabalhista da empresa", disse a procuradora. Na próxima terça-feira, dia 13, o Ministério Público e representantes da BRA e dos trabalhadores voltam a se encontrar para a apresentação das provas.
Sônia Aparecida Ribeiro Soares Silva, advogada da BRA, disse que os salários referente ao mês de outubro foram depositados "entre ontem e hoje". "Ontem, foram depositados 60% dos salários e hoje, os 40% restantes", afirmou ela.
Representantes dos trabalhadores, que participaram da audiência, disseram que o dinheiro ainda não entrou na conta bancária dos funcionários.
Na terça-feira, representantes do Ministério Público do Trabalho, dos trabalhadores e da empresa voltam a se reunir para ver a documentação sobre o depósito dos salários e do FGTS. Se houver divergências, a procuradora informou que pode recorrer a uma medida judicial para pedir o arresto dos bens da empresa.
"A BRA recolheu o Fundo de Garantia, pagou o vale-transporte, auxílio-alimentação e cesta-básica. Está cumprindo regularmente a lei trabalhista", afirmou a advogada.
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