De acordo com o coronel Fernando Ávalos, diretor técnico da corporação, não há iluminação de emergência, faltam mangueiras, os hidrantes não funcionam, os extintores estão descarregados e a sinalização de rota de fuga é inexistente. Ou seja, o prédio não oferece condições de prevenção a incêndios e pânicos. Além disso, segundo Ávalos, cada comércio específico tem que ter proteção contra incêndios.
A notificação sobre as irregularidades encontradas deve ser entregue à administração amanhã (3) e a partir daí há um prazo de 30 dias para regularizar a situação. Se nesse prazo não houver mudanças e instalação de novos equipamentos, será impetrada multa de 15 Uferms (Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul) – hoje cada Uferms equivale a R$ 13,97. (Com Assessoria)
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