Não há limites para a vadiagem e para a maldade. Diversos policiais e investigadores do Garras (Grupo Armado de Resgate e Repressão a Assaltos) ttiveram de ir à uma casa no bairro Universitário, zona sul da Capital, na manhã de hoje, para destruir duas bombas que estavam na porta da residência.
O homem que mora na casa disse que acordou, abriu a porta para ver o clima e encontrou uma garrafa pet de dois litros, recheada com pregos, pedra, outras substâncias e enrolada com um fio preto. Ele saiu dali e achou outra bomba no registro de água.
Sem ter certeza se era bomba ou reinação de moleques, chamou um vizinho que deu o aviso: “É bomba, filho!”, e chamaram a polícia. Por se tratar de bomba, o Garras teve de estar presente. Ao verificar o artefato terrorista, notaram que continha pólvora e outros materiais explosivos. Segundo eles, as bombas foram ativadas, mas, falharam. Sorte do morador.
Ao contar toda a história, ele diz suspeitar de um desafeto, que já teria explodido outras bombas na casa, por não concordar que ele deixe qualquer um usar a garagem da casa. Este desafeto, inclusive, já teria dito a um vizinho: “Sei não, ele deixa qualquer um estacionar aí, vai que um dia uma bomba estoura”.
Deus que me livre de vizinhos turrões.
