O vice-presidente do Santos, Odílio Rodrigues, está na Espanha para negociar a venda do atacante Neymar. Nos bastidores, dirigentes admitem que a viagem, que oficialmente seria por motivos pessoais, na verdade é para discutir o futuro do craque santista, segundo informa o site GloboEsporte.com.
O cartola santista tem como interesse conhecer as propostas dos interessados pelo jogador, saber qual o pensamento deles e analisar o que é melhor para o Peixe: vender Neymar na próxima janela do meio do ano e garantir alguns milhões para o seu cofre ou esperar até após a Copa de 2014 e ver seu maior craque ir embora sem ganhar um tostão por isso.
Os principais times interessados no jogador são os gigantes espanhóis Barcelona e Real Madrid. E eles não levam o jogador por menos de € 50 milhões (R$ 131 milhões).
A avaliação interna é de que o dinheiro ganho com a venda imediata de Neymar terá de ser suficiente para o clube montar um time forte e continuar brigando por títulos, mesmo sem o camisa 11. A promessa é de preservar os interesses do Santos e não liberá-lo por quantias "irrisórias", que podem ser arrecadadas com receitas de patrocínio e TV, em função do valor da imagem do astro.
“Se nos falarem que pagam € 50 milhões (R$ 131 milhões) pela nossa parte (55%) e depois acertam o resto, aí nós vamos conversar”, disse uma fonte ao site GloboEsporte.com.
A DIS, dona de 40%, e a Teisa, grupo formado por investidores ligados ao Santos e que possuem os 5% restantes, fecham a "pizza" da divisão de Neymar. A multa rescisória do contrato está avaliada em € 65 milhões (R$ 170,4 milhões).
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