
Pressionado após o resultado ruim em Barcelona, Bruno Senna se mostrou tranquilo quanto a sua permanência na Williams. O brasileiro criticou as especulações da imprensa, que vinha cogitando a possibilidade de Senna perder a sua vaga para Valtteri Bottas, piloto reserva da Williams.
O GP da Espanha terminou com o resultado muito ruim para Senna. O brasileiro acabou abandonando a prova logo no início da corrida, após ser atingido pelo carro de Michael Schumacher. Além disso, Bruno ainda viu o seu companheiro de equipe, Pastor Maldonado, vencer a corrida em Barcelona. Por conta deste resultado, Senna passou a ter seu nome contestado pela imprensa, que cogitava a possibilidade de Bottas assumir o posto de titular.
Bruno Senna já está em Mônaco, onde disputará no próximo fim de semana o GP local. Em coletiva, o brasileiro criticou a postura da imprensa durante a última semana. “Tem havido muita conversa de que estou em perigo, mas as pessoas esquecem muito rapidamente que, até a última corrida, eu estava à frente de Pastor no campeonato”, disse.
“Eu fiz algumas boas corridas e só porque tive um fim de semana ruim, e Pastor venceu a corrida, as pessoas dizem ‘Oh, ele está fora’ e tudo mais. É fofoca típica da F1 e é como um fogo rápido, mas a única maneira de fechar a boca das pessoas é ter bons resultados”, complementou o piloto da Williams.
A chance de voltar a figurar entre os 10 primeiros colocados é no próximo domingo. E o brasileiro está otimista para a corrida nas ruas de Monte Carlo. O motivo é o bom resultado de Maldonado em Barcelona, que mostrou o melhor acerto para o carro da Williams.
“Nós aprendemos muito com o carro de Pastor em Barcelona. Havia algumas diferenças no acerto de seu carro para o meu e eles foram na direção certa”, afirmou Senna, que ainda explicou as melhorias que o FW34 apresentou na última corrida, mas sem esquecer de exaltar o trabalho de Pastor Maldonado.
“Mas é muito encorajador ver que o carro foi tão competitivo no último setor [em Barcelona]. Para ser justo, Pastor fez um ótimo trabalho mantendo os pneus bem até o último setor. Quando ele chegou ao terceiro setor, os pneus ainda estavam bons e isso é um fator, mas há o fator Pastor também. Ele fez um trabalho muito bom”, concluiu. (F1 Team)
|
|