Após a assembleia geral dos policiais militares, ficou decidido pela greve na tarde de ontem (20). A manifestação ocorrerá por “aquartelamento”. Uma nota sobre a decisão foi colocada no site da entidade.
"A ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) estende, durante o regime de aquartelamento, a assessoria jurídica da entidade aos não-sócios que aderirem ao movimento. Os militares que sofrerem possíveis represálias devem procurar a entidade que serão prontamente atendidos".
Em todo os Estado, os servidores estão insatisfeito com o reajuste oferecido pelo Governo do Estado, que foi de 7%. “Isso é pouco demais. Estamos dispostos a conversar, mas o Governo que se diz aberto ao diálogo está nos impondo às coisas, isso de ‘conversa’ é furada”, disse o presidente da ACS, Edmar Soares da Silva, durante entrevista a FM UCDB.
“Estamos sem receber fardamento faz quatro anos. O certo é recebermos todo o ano, afinal de contas usamos o uniforme todos os dias e temos que considerar que há um gasto da roupa. Estamos tirando do nosso bolso, uma coisa que é de obrigação da administração estadual adquirir”.
Edmar ressaltou ainda que, a categoria luta pelos 17% de aumento. “7% é muito pouco, precisamos ter condições de trabalho. Além disso, não sei por que o governo do Estado quer dar 7% este ano, 8% no ano que vem é de os 20% em 2015. Porque não dá os 20% agora? Tudo isso, ele não responde”, finaliza.
