Durante a palestra ocorrida na cidade de São Gabriel do Oeste, nessa quinta-feira (31), Fernando Alvarenga expôs que a carne ovina é considerada uma iguaria, muito apreciada devida sua maciez, sabor e suculência. “Os gaúchos em Mato Grosso do Sul trouxeram o hábito de comer a carne de cordeiro, que está em franco crescimento em MS”, finaliza.
Hoje em Mato Grosso do Sul existe três frigoríficos que abatem carne ovina. As indústrias de Nova Andradina, Cassílândi e Campo Grande são inspecionadas pelo Governo Federal, o que garante a carne o SIF, que é o selo do Sistema de Inspeção Federal. Das 8,700 cabeças abatidas em 2011, 80% seguiu para abastecer os consumidores de São Paulo. “O valor pago pelos consumidores paulistanos acabam fazendo com que a carne ovina vá para lá. Muitas vezes, mesmo com os frigoríficos locais compensa ao produtor arcar com o valor do frete”, aponta Alvarenga.
O produtor de ovino tem vantagem na hora da comercialização do produto, uma vez que o preço pago pela carne varia entre 20 e 40% acima da bovina para o produtor. Os valores em MS podem variar de R$ 5 a R$ 10 o quilo, dependendo da idade do animal e qualidade do produto, porém o custo de criação e manejo do ovino também superior quando comparado à pecuária bovina.
O Programa Pro ovinos recebeu nessa edição cerca de 110 participantes. “A programação para a capital, Campo Grande, no dia 28 de junho, será diferente da que levamos ao interior”, afirma o superintendente do Senar/MS, Clodoaldo Martins
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