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Servidores públicos são investigados por cobrança de propina em operação do Gaeco

Empresários obrigados a pagar propina a auditores fiscais para terem dívidas com estado reduzidas ou perdoadas

Liniker Ribeiro
Capital News

Divulgação

Servidores públicos são investigados por cobrança de propina em operação do Gaeco

Operação Bolsão

Operação deflagrada na manhã desta segunda-feira (13) pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) investiga casos de extorsão praticados por funcionários públicos de cidades da região do Bolsão.

Segundo assessoria de comunicação do Ministério Público Estadual (MPE), empresários de quatro cidades de Mato Grosso do Sul eram obrigados a pagar propina a auditores fiscais para terem dívidas junto ao fisco estadual reduzidas ou perdoadas. O pagamento era feito em nome de terceiros e com ajuda de contadores.

Ao todo, 16 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Agências Fazendárias dos municípios de Cassilândia e Paranaíba na sede da Secretaria de Estado de Receita e Controle, de Paranaíba.

Outros quatro mandados, estes de prisão temporária, e seis de condução coercitiva, dentre eles de dois auditores fiscais lotados nas cidades de Paranaíba e Cassilândia, também foram realizados. Escritórios de contabilidade e as residências dos envolvidos também são alvo dos agentes.

Mandados foram expedidos pelo juiz da Vara Criminal da Comarca de Paranaíba, município onde boa parte das prisões está sendo realizada.

Caso
Denominada Operação Bolsão, as ações do Gaeco estão concentradas desde o início da manhã de hoje em Aparecida do Taboado, Cassilândia, Chapadão do Sul e Paranaíba. Os mandados foram expedidos por conta de crimes ligados a corrupção, concussão e falsidade.

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