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Quarta-Feira, 26 de Junho de 2019, 15h:52
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Dinheiro do tráfico bancava aluguel de R$ 5 mil

Seis casas apontadas como de apoio para integrantes do PCC foram investigadas

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/PF

Dinheiro do tráfico bancava aluguel de R$ 5 mil

Casa era alugada por integrantes do PCC

A operação Krimoj contra as facções: Primeiro Comando da Capital (PCC),Família do Norte e Comando Vermelho, desarticulou uma rede de casas que serviam de apoio para os integrantes das facções. As casas usadas para abrigar a família dos presos eram luxuosas uma delas havia capacitada para 20 pessoas, um dos imóveis o aluguel custava R$ 5 mil, todas as despesas eram pagas pela facção inclusive as passagens para chegar até o Mato Grosso do Sul.

 

Conforme as investigações os aluguéis das casas eram pagos com dinheiro vindo do tráfico de drogas da facção. Outras residências foram descobertas no Bairro Jardim Leblon, duas no Parati, sendo uma delas em um condomínio fechado e outra no Jardim Tijuca. Seis detentos estão sendo investigados por trocar mensagens e serem líderes da facção. As pessoas que foram encontradas nas residências foram ouvidas pela polícia, diante disso uma investigação mais detalhada vai ser feitas, para saber qual a ligação das mulheres ao crime organizado.

 

Em fevereiro de 2019 foi iniciada as investigações, após servidores públicos federais receberem bilhetes com ameaças de morte. Em primeiro momento os "recados" foram interceptados na Penitenciária Federal de Campo Grande/MS, sendo mandados pela facção PCC. A operação revelou uma rede de casas de apoio a integrantes de facções criminosas instaladas na Capital do Mato Grosso do Sul, onde podem estar armazenadas informações sobre a atuação destas facções. Além do PCC também foram identificadas casas de apoio a outros grupos criminosos, como Família do Norte e Comando Vermelho. 

 

Segundo o delegado Marcelo Silva, do Departamento Penitenciário Federal (Depen/MJSP), a facção criminosas PCC, articulava dentro do presídio execução dos agentes, bilhetes foram pegos com algumas indicações e supostas execuções. Para deter os criminosos a Polícia Federal proibiu as visitas íntimas desde 2017 e em fevereiro deste ano as visitas começaram a ser acompanhadas por policiais para deter qualquer tipo de informação. 

 

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