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Quinta-Feira, 10 de Janeiro de 2019, 17h:31
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Gleisi vai à posse de Maduro alegando “não podemos comprar briga com os vizinhos”

Deputada Federal diz que “Não concordamos com essa agressividade e precisamos ter solidariedade”

Flavia Andrade
Capital News

Geraldo Magela/Agência Senado

Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Deputada Federal diz que “Não concordamos com essa agressividade e precisamos ter solidariedade”

Nesta quinta-feira (10), a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), ex-senadora e deputada federal eleita, Gleisi Hoffmann, está na Venezuela onde participou, da posse do presidente Nicolás Maduro em segundo mandato no país. Segundo entrevista ao blog escrito pela jornalista Andréia Sadi, Gleise Hoffman, justifica a presença no ato por "vários motivos" como "marcar posição contra grosseira relação do governo Bolsonaro com a Venezuela".

 

Nicolás Maduro foi reeleito em 2018, com quase 70% dos votos, a eleição foi marcada por boicote realizado pela oposição, com alta abstenção e denúncias de fraude. Dezenas de países e a Assembleia Nacional da Venezuela não reconhecem a posse de Maduro.

 

Ainda segundo entrevista de Gleise Hoffman à Andréia Sadi,"Vamos à posse por vários motivos. Para marcar posição desta grosseira relação do governo Bolsonaro com a Venezuela; fala fino com os Estados Unidos (EUA) e grosso com a Venezuela", declarou a deputada eleita.

 

Para Sadi, a presidente do PT não quis entrar no "mérito" sobre a ditadura instalada no país. Hoffman alegou que, "Não entramos no mérito, ele foi eleito dentro do marco constitucional não nos cabe dar opinião. Ele foi eleito", afirmou a Gleisi Hoffmann ao blog.

 

Gleisi disse ainda em entrevista que não concorda com a postura do governo de Jair Bolsonaro com a Venezuela. Maduro não foi convidado para a posse de Bolsonaro, que ocorreu em 1º de janeiro deste ano.

 

A presidente do PT encerra a entrevista dizendo ainda que, "Não concordamos com essa agressividade. Política de boicote. Ele foi eleito dentro dos marcos constitucionais e o Brasil tem relações diplomáticas com a Venezuela. Não achamos que é de bom tom o PT ficar comprando briga com vizinhos. Temos que ter solidariedade", conclui.

 

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