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Terça-Feira, 10 de Outubro de 2017, 18h:13
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Gestor do Sete diz não ter opinião definitiva das mudanças para o Estadual

Formato com poucos jogos na primeira fase dificultaria a captação de recursos pelos clubes

Rogério Vidmantas
Capital News

Divulgação/Sete

Sete nega desistência, mas admite dificuldades financeiras na disputa da Série D

Tony Montalvão continua a frente do Sete de Dourados

O Campeonato Estadual por ter um novo formato na próxima temporada e as discussões para isso começaram no último dia 5, em Campo Grande. Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) e os clubes se reuniram com a preocupação de encaixar a competição em 85 dias, prazo disponibilizado pela CBF em seu Calendário, espremido por causa da Copa do Mundo da Rússia. Dos dez já classificados, apenas Naviraiense e Sete de Dourados não enviaram representantes.

A ausência do time douradense é justificada por viagem previamente agendada do gestor Tony Montalvão à São Paulo. O presidente Alex Lima, que se recupera de uma cirurgia, esteve internado no início do mês e não pôde viajar à Capital. Apesar disso, o clube não ficou alheio à discussão e espera participar dos próximos encontros. “Cezário [Francisco, presidente da FFMS] me falou que teríamos uma reunião em Dourados também pra tratar desse assunto”, disse Montalvão.

A decisão final acontece, no mais tardar, dia 15 de novembro, data limite para a realização do Conselho Arbitral, considerando que a primeira rodada será no dia 17 de janeiro, conforme previsto. De acordo com a reunião da semana passada, além da manutenção do atual regulamento, podem ser discutidas outras duas ideias, ambas com os 12 clubes sendo divididos em três chaves regionalizadas e oito times passando para a segunda fase após seis rodadas, com diferentes maneiras de seguir a competição até a final.

Sobre as propostas apresentadas, o dirigente disse ainda não ter uma opinião definitiva, mas um formato em que o número de jogos na primeira fase será menor que os dez do regulamento usado até esse ano não agrada. Um campeonato assim, segundo Tony, não ajudaria os clubes, inclusive na captação de recursos. “O justo seria termos um campeonato em que todos se enfrentassem, mas por causa do calendário em ano de Copa, isso não será possível e montar elenco para apenas seis jogos é muito complicado. Neste caso é preferível manter o formato atual, talvez misturando os grupos com o Corumbaense podendo enfrentar duas equipes da Capital, e estudar mudanças para o ano que vem”, disse.

A tese, segundo Marcos Tavares, vice-presidente e coordenador de competições da Federação, é possível. “Se não houver mudança, vamos para o oitavo ano com o mesmo formato e aí poderíamos pensar em um formato diferente em 2019. Se tivermos um campeonato com três grupos na primeira fase, precisa ser repetido no ano seguinte”, explica.

Nos últimas edições, os 12 times do Estadual são divididos em dois grupos na primeira fase e, após jogos em turno e returno na chave, os quatro melhores de cada lado passam para as quartas de final e a competição em confrontos eliminatórios até a definição do campeão.

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