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ENTREVISTA
Terça-Feira, 11 de Outubro de 2011, 07h:30
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MS 34 anos: \"Estado novo nasceu com espírito de velho\", relembra Pedro Pedrossian

Valdelice Bonifácio - Capital News (www.capitalnews.com.br)

Quando sobrevoou o Mato Grosso Uno, pela primeira vez, em um pequeno avião nos anos 60, o engenheiro Pedro Pedrossian, tinha pouco mais de 30 anos. Então superintendente da Noroeste do Brasil, ele se deparou com uma grande extensão territorial. “Era só mato. Raramente se via uma estrada”, relembra.

Desta observação surgiu o desejo de abrir rodovias e fazer obras. Ele foi governador do Mato Grosso Uno (1966-1971) e ainda administrou Mato Grosso do Sul por duas vezes (1980-1982 e 1991-1994).

Aos 83 anos, ele revela ter uma vida contemplativa em sua residência em Campo Grande. Pedrossian diz rezar todos os dias em agradecimento ao que pode realizar em sua vida pública.

Pedrossian que evita dar entrevistas por não ter a “pretensão de dar conselhos a ninguém” recebeu a reportagem do Capital News para falar sobre a divisão de Mato Grosso do Sul que hoje completa 34 anos.

Falou das dificuldades, dos embates políticos (que foram muitos) e jurou não guardar mágoas: “Não tem porque. Eu fui abençoado”.

Além da entrevista com Pedrossian, o Capital News celebra a data da divisão do Estado publicando os testemunhos de outros políticos que figuraram no cargo público mais importante de Mato Grosso do Sul: Marcelo Miranda, Zeca do PT e André Puccinelli.

Todos gravaram mensagens em vídeo que podem ser acessadas ao final desta página.

Capital News - Como o senhor foi escolhido para governador de Mato Grosso do Su?

Pedrossian – Veio a divisão e o governo federal resolveu fazer deste novo Estado, o mais moderno do Brasil pra começar tudo do zero. O objetivo era este. O presidente Ernesto Geisel examinou o quadro político e não queria mandar gente estranha para cá. Então o Geisel me escolheu para governar este Estado devido à administração que eu fiz no Mato Grosso uno. Foi esta a razão. Nós não tínhamos maiores ligações.

Capital News - Então o senhor não conhecia o Geisel?

Pedrossian - Eu não tinha ligação com militares e nem conhecia o Geisel. Quando eu fui a Brasília e soube da missão, fiquei entusiasmadíssimo. Eu ia pegar algo novo e montar estrutura moderna e leve. Mas, meus adversários e até antigos companheiros meus começaram a me chamar de corrupto. O Petrônio Portela, presidente do Senado, era amigo do Wilson Martins, do Rachid Derzi, do Antônio Mendes Canalle, enfim de todos os meus adversários, e entrou nesse jogo. Na visão do presidente, se eu fosse indicado, ele corria o risco de não ter esta indicação aprovada no Senado. Eu não era contra estas pessoas, mas sim contra o que eles representavam. Eles representavam o atraso. Tiveram oportunidade de sobra e nunca fizeram nada. Nós chegamos a um ponto difícil.

Capital News – Qual foi a saída?

Pedrossian - Eu disse ao presidente vamos fazer o seguinte: eu me candidato ao Senado. Transformo a minha eleição no julgamento da minha honra e da minha dignidade. Vou desafiar todos os meus detratores. Vou dizer que eu sou candidato a senador para me tornar governador. Então não fui governador, mais uma vez, de forma indireta não. Eu fui através de uma eleição onde avisei a todos que a minha decisão era ser senador e, comprovadamente como um homem honesto, ser nomeado governador. A mobilização foi total. Antes disso, o presidente nomeou Harry Amorim pró-tempore. Mas, o Rangel Reis, ministro da Integração Nacional, queria eleger um governador dele. Aí houve uma cooptação geral de todos os políticos a favor do Harry Amorim. Ganhei as eleições deveria ter cobrado imediatamente o compromisso que havia sido feito. Mas, eu deixei passar o tempo. Eles tinham outras obrigações. E aquele entusiasmo de se criar o Estado Novo desapareceu. O presidente se aborreceu com os fatos. Sua primeira ação que foi nomear um governador de confiança foi combatida. A partir dali, o Mato Grosso do Sul começou a caminhar para trás antes de seu nascimento.

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Pedrossian afirma que presidente Geisel se aborreceu com atitude de classe política de MS
Foto: Deurico/Capital News

Capital News – Então o Estado começou mal?

Pedrossian - Aquele apoio que o governo federal daria ao novo estado, de forma irrestrita, desapareceu. Ele entraria no rol dos governadores que ficam clamando devido à falta de recursos. Seríamos um estado novo com espírito de estado velho. Foi o que aconteceu. O governo federal lavou as mãos. A ideia do presidente era criar uma estrutura leve, capaz para fazer um trabalho diferente. Eu me propus a isso porque era do meu temperamento. Era isso que eu como engenheiro e homem moderno tinha feito no Mato Grosso. Foi aí que meus amigos, que eram poucos, me procuraram e sugeriram que eu tomasse uma atitude porque o Harry estava se firmando. Eles achavam que eu deveria abrir de mão indicação em favor de alguém que não estivesse sendo combatido. Então ao fui ao presidente Geisel e sugeri que, ao invés do meu nome, indicasse o engenheiro Marcelo Miranda. Ele era um menino que eu havia encontrado na construção da usina em Três Lagoas. O presidente disse: "Qualquer um que você indicar vai ser uma cobra mordendo no futuro. Não vou nomear". Depois, eu falei com o Figueiredo que estava quase assumindo o governo federal. Ele disse que não acreditava em procurador. Mas, eu insisti tanto que indiquei o Marcelo Miranda. Abri mão de um governo a favor de um amigo é algo que não existe. As coisas não deram certo. Este amigo orientado por outras pessoas foi tomando um rumo diferente e eu me vi cada vez mais fora do governo. Então, eu voltei a Brasília e disse que queria ser governador.

Capital News – Qual foi a reação?

Pedrossian – O Figueiredo aceitava, mas não queria contrariar o Geisel. Eu fui até a casa do Geisel e o convenci sobre a necessidade de me nomear. Aí fui nomeado e as dificuldades eram outras. Meu mandato que seria de quatro anos, passou a ser de dois. Eu me senti liquidado. O governador anterior Marcelo Miranda havia pedido um empréstimo de 200 milhões de dólares para um programa rodoviário. Só seria governador se o programa fosse aprovado e eu recebesse os 200 milhões de dólares. Mas, isso não ocorreu. Eu refiz o plano rodoviário e mesmo sem o dinheiro do empréstimo eu fiz os grandes programas do Estado, como o Apaporé, rodovia que vinha do Rio Apa, em Bela Vista, até o Aporé divisa com Goiás e muitos outros. Fiz uma revolução sem dinheiro.

Capital News - Como foi possível uma revolução na infra-estrutura sem dinheiro?

Pedrossian - Eu mantive as mesmas firmas que já estavam convocadas para fazer o serviço. Era assim que as coisas funcionaram e funcionam até hoje. Quando acontecem as concorrências públicas, as administrativas, o governante ainda comanda, mas as públicas não, porque as próprias empreiteiras se acertam entre elas e dividem o bolo. Então as mantive grandes empresas como Andrade e Gutierrez e outras mais, e execute o programa. O Estado se transformou completamente. Acabei fazendo em apenas dois anos a revolução no Sul. As bases e estruturas de Mato Grosso do Sul foram implantadas por mim. As linhas de transmissão para Corumbá, por exemplo, é coisa nossa. Levei energia para Dourados. Asfaltei uma quantidade enorme de rodovias. Construí 11 hospitais. Fiquei como o governante que construiu três universidades.

Capital News - O que senhor destaca de principal entre suas realizações?

Pedrossian - Tudo foi importante. Educação sempre foi uma prioridade. Mas, na saúde, foram 11 hospitais. O Estado não tinha nada. Nós implementamos tudo, energia, transporte, educação, o Estado se transformou. Você veja Campo Grande, nas nove avenidas principais você vê uma estrela lá. Foram obras do nosso governo. Você vê a Universidade Federal que eu criei no mato para puxar a cidade para lá. Fiz o centro administrativo sem ajuda nenhuma do governo federal. Construímos também parques. O Parque das Moreninhas para atender as milhares de famílias, cujas casas basicamente foram construídas meu governo. Há também o Parque das Nações Indígenas. Para fazê-lo, eu tive que desapropriar áreas. Houve um tempo que tinha gente me esperando armada. O tempo acabou me absolvendo e mostrando que realmente fiz algo importante. Também no abastecimento de água tenho uma obra importante. Mas, a razão da minha existência são as universidades porque dão frutos a vida inteira. É raro um governante que tenha tido a coragem de implantar três universidades. Implantei a Universidade Federal, a Universidade Estadual de Campo Grande e Universidade de Dourados. Depois houve uma interrupção no processo.

Capital News – De que forma o processo foi interrompido?

Pedrossian - Eu perdi as eleições de 1998. Aquilo foi uma agressão. Imagine que o candidato do Wilson Barbosa Martins era o secretário da Fazenda [Ricardo Bacha] e concorria a governador. Ele ficou como secretário até maio. Ele agiu de todas as formas. Se o Ministério Público tiver mesmo uma capacidade investigativa vai ver lá atrás a lavagem de dinheiro feita através de um outro poder  para me deixar fora do processo. Eu não tinha recursos. Nos governos, eu me esqueci de roubar. Nesta última campanha, eu vendi meu apartamento. Diziam que eu tinha 200 milhões de dólares lá fora. Vivo basicamente do salário de governador. Nem casa própria eu tenho. Lá no norte, tive apartamento e terras. O governador tinha caneta para dar terras para quem quisesse. Os outros governadores que me sucederam pegaram seu quinhão. Mas, eu achava que aquilo desservia o Estado. Como não tinha um projeto à altura para sustentar o desenvolvimento, eu encerrei o departamento de terras. Eu devia ter feito isso depois de ter 1 milhões ou 2 milhões de hectares nas mãos ter testas de ferro. Isso era usual. Eu fui para Miranda onde eu tinha uma fazendinha de 2 mil hectares, mas agora acabaram com ela.

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Pedro Pedrossian diz que esquece-se de roubar quando foi governador de MT e MS
Foto: Deurico/Capital News

Capital News – O senhor está falando das invasões?

Pedrossian - Os índios só invadem a fazenda de Pedro Pedrossian. Eu tinha um dos melhores gados do Estado. Agora, com toda a perseguição, eu não tenho uma vaca sequer. Não produzo mais nada lá. Dividi a propriedade com meus filhos e fiquei com mil hectares que eu arrendo e, com isso, tenho uma renda suplementar. Agiram bem. Liquidaram talvez o político e o fazendeiro, mas não o homem. Eu sou o mesmo homem. Existe uma diferença entre ser velho e ser idoso. Eu sou idoso. Tenho idade. Mas, eu tenho os mesmos sonhos e as mesmas idéias de 30, 40 anos atrás.

Capital News - A política deixa mágoas?

Pedrossian - Não tenho mágoa de são ninguém. Essa é uma característica minha que mantém vivo e com saúde aos 83 anos de idade. Eu oro. Eu rezo todos os dias para agradecer tudo o que eu recebi. Sou filho de um pequeno comerciante de Miranda que vendia sabão, palha de aço e coisinhas assim e dali sai um governador do Estado. Três vezes governador e senador. Quer dizer fui abençoado. Juro que não tem mágoa de coisa alguma.

Capital News - O senhor se arrepende de algo? Ou faria de forma diferente algo que fez no passado?

Pedrossian - É difícil responder esta pergunta sem maior exame de consciência. Mas, eu acho que as coisas naquele momento foram basicamente corretas. Mas, é claro algo que você faz e é julgado 30, 40 anos depois, você pode chegar a conclusão de que alguma coisa poderia ser diferente. Mas, naquele momento fiz o que tinha de fazer. Não me arrependo de nada. Às 4 ou 5 horas já estava no gabinete. Nunca fiz viagens ao exterior e nunca tirei período de férias. Trabalhava muito porque eu era apaixonado pelo que eu fazia. Hoje, sou um homem muito contemplativo.

Capital News - O senhor confia no atual governo?

Pedrossian - Sim tenho muito confiança. Acho que o André é capaz de complementar ou de implementar o resto deste processo de desenvolvimento e modernização do Estado. Anteriormente tivemos um período absolutamente inútil.

Capital News - O governo Zeca do PT foi ruim?

Pedrossian - Não sei se o Zeca foi ruim. Eu sei que antes do André não vi nada feito entre este período e o meu governo. Não sei se era o Zeca.

Capital News - O Estado não avançou neste período?

Pedrossian - Retroagiu. Aquela forma de governar. E até não quero falar muito em política.

Capital News - Mas, o que o André está fazendo que se assemelha à sua obra?

Pedrossian - Pelo menos, ele restabeleceu a autoridade. O Estado está tranqüilo. Você não vê clamores na Assembleia. O Tribunal de Contas vive serenidade total. O André realmente se assegurou e soube empunhar o governo. Ele tem o governo nas mãos. Os próximos 15 anos serão do André. Ele é que vai escolher o prefeito de Campo Grande. Ele é quem vai fazer o próximo governador. Ele realmente é o último elemento capaz que sobrou. Não sou companheiro dele. Nós sempre fomos até adversários. Mas, o que eu vejo é que ele restabeleceu o princípio da autoridade e exerce isso com muita severidade.

Capital News - O que o senhor enxerga com pontos fortes e fracos do Estado?

Pedrossian - O setor de saúde deixa muito a desejar. Um dia desses, eu fiquei internado num hospital que é considerado o mais moderno daqui. Se eu ficasse mais um dia lá teria morrido. Nas paredes, não dava para enxergar a cor porque havia pernilongos demais. Eu estava sendo tratado de uma doença quando o mal era outro. O fato é o seguinte, eu construí 11 hospitais, mas se eu voltar a ficar doente pego o avião e vou embora. Não basta edificar o prédio. Aquilo tem que ser processo permanente de melhorias. Os médicos têm que estudar. O equipamento do Estado tem que ser melhorado. Não tem fim esta coisa toda. Enquanto não se tiver obstinação de fazer saúde como ela tem ser feita não tem jeito. Não quero criticar os médicos, mas, no fim de semana, ele é fazendeiro. O médico tem que estudar o tempo todo e se aperfeiçoar.

Capital News - E o ponto forte?

Pedrossian - Temos que partir para a industrialização. Recentemente soube da ZPE de Bataguassu. Falou-se muito da ZPE em Corumbá, mas qual empresário que vem para Corumbá. Não tem ponto estratégico nenhum. Três Lagoas recebe fábricas por causa da proximidade com São Paulo. É a de decisão do empresariado. Se a ZPE de Bataguassu der certo vai ser uma revolução ali. Não se paga impostos, são muitas as vantagens, desde que você se comprometa a exportar 90% da produção.

Capital News - Então quer dizer que a capacidade de atrair empresas seria um ponto forte?

Pedrossian - Não considero um ponto forte. Porque as vantagens que o Estado o oferece os outros oferecem também. Esta pretensão de dizer que eu trouxe indústrias é bobagem, o empresário é que decide porque sabe que vai ganhar algo também.

Capital News – O que a gente tem de positivo em relação aos outros?

Pedrossian - Eu pensei em Campo Grande com um entroncamento com outras cidades. Pensei o Estado como um entroncamento da integração sul-americano. Temos Bolívia e Paraguai como vizinhos. Mas, isso não trouxe nada. Qual é o comércio que temos com eles? E para as indústrias virem para cá, elas tem de analisar muito bem. Não tem mercado consumidor. A população é pequena.

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Pedro Pedrossian avalia que maior desafio do Estado é oferecer qualidade de vida da população: "Criar uma sociedade realmente feliz"
Foto: Deurico/Capital News

Capital News - Qual é o maior desafio para o nosso estado?

Pedrossian - Eu traçaria como principal objetivo a qualidade de vida. Criar uma sociedade realmente feliz. Campo Grande está com quase 800 mil habitantes e quanto mais cresce, pior fica. Quando tínhamos 200, 300 mil era uma cidade bem ordenada. A expansão se deve à falta de crescimento das cidades do interior. Os municípios estão na maioria decadentes e o povo vem para a Capital. Não se produzirá nada aqui para vender para Rio de Janeiro e São Paulo. Eles têm tudo. Nossa saída é exportação.

Capital News - Procede a informação que o senhor é um dos responsáveis pelo nome do Estado ser Mato Grosso do Sul?

Pedrossian - Sim.

Capital News - É preciso mudar este nome?

Pedrossian - O Geisel me comunicou que o nome do Estado ia ser Campo Grande. Eu disse para ele que Dourados não ficaria satisfeito e que haveria uma reação muito forte em Corumbá. Põe Mato Grosso do Sul. Eu tenho paixão enorme pelo Mato Grosso. Eu via que o potencial maior estava lá. As propriedades aqui estão nas mãos de fazendeiros que não arrendam a terra porque eles sabem que podem ter complicações. Lá tinha terra barata e de arrendamento fácil. A agricultura lá estourou. O potencial de solo, subsolo e clima é muito mais favorável. Nós temos aqui a região do Pantanal que é pouco produtiva. Nós temos em Três Lagoas com muita terra de baixa produtividade. Temos a região de Dourados que é rica, mas sujeita ao clima e às geadas. Não temos condições ideais. Meu objetivo era a qualidade de vida. Não deixar ninguém sem escola e a saúde ser um exemplo.

Capital News - Mas, o nome precisa mudar ou não?

Pedrossian - Este negócio de dizer que confunde com Mato Grosso e que o turista vai para lá é uma besteira. Ele tem que saber se ele vai para Cuiabá ou Campo Grande. Mas, tudo bem, então que façam um plebiscito e vejam o que a população quer. Eu votaria contra. Não há necessidade de mudar o nome. A confusão está na imaginação das pessoas. Se o povo quer mudar, deve mudar. Só não acho isso não é fundamental. Falam em Estado do Pantanal. O Pantanal é uma marca de atração. Mas, esse turismo do Pantanal é incipiente. E, além do mais, quem for ao Pantanal não volta nunca mais.

Capital News - Por que?

Pedrossian - Ele vai ser engolido pelos pernilongos. Não se tem infraestrutura nenhuma. Sou pescador do Pantanal desde guri. Aquela região é inóspita.  

Vídeo

 

Veja abaixo as demais entrevistas produzidas especialmente para a data

Marcelo Miranda SoaresMS 34 anos: "Aceitar a nomeação para governar o novo Estado foi um erro", diz Marcelo Miranda

Zeca do PTMS 34 anos: "O momento político foi injusto comigo", reclama Zeca do PT  
 

André PuccinelliMS 34 anos: "Maior desafio é conquistar um equilíbrio financeiro definitivo", aponta Puccinelli  

 

Por Valdelice Bonifácio - Capital News (www.capitalnews.com.br)

 

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