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Terça-Feira, 25 de Outubro de 2011, 13h:40
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Número de policiais envolvidos em esquema de corrupção pode ser maior, revela governador

Valdelice Bonifácio - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O número de policiais militares envolvidos em esquema de corrupção desbaratado na Operação Holambra pode ser maior do que os nove detidos ontem, mencionou o governador André Puccinelli (PMDB), ao participar, nesta manhã, de solenidade no Hospital Regional, em Campo Grande.

O governador se recusou a dizer o número exato de policiais investigados por suposto recebimento de propina. Porém, mencionou que o número de envolvidos pode ser superior a 20.

André Puccinelli informou que uma vez concluídas as apurações e apontadas as culpas vai excluir os policiais corruptos dos quadros da Polícia Militar. “A operação está sendo muito boa. Quero expurgar as maçãs podres”, respondeu aos jornalistas.

Conforme o governador, as investigações duraram cerca de oito meses até culminar ontem em prisões e apreensões na Operação Holambra.

A Operação está sendo desenvolvida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do MPE (Ministério Público Estadual) compostos por policiais militares e civis.

Na noite de ontem, o Gaeco divulgou um balanço das operações. Os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos em Campo Grande e Sidrolândia.

Conforme o balanço, foram cumpridos 34 mandados de busca e apreensão domiciliar, nove mandados de busca e apreensão de veículos, oito mandados de prisão preventiva, 12 mandados de prisão temporária.

Conforme as investigações, a quadrilha era composta por civis e policiais militares que recebiam propinas para facilitar a passagem de carregamentos ilícitos vindos do Paraguai e que usam a rota Sidrolândia/Campo Grande.

Três veículos foram apreendidos e estão no pátio da Gaeco.

A polícia suspeita que os carros eram usados no contrabando de produtos oriundos do Paraguai, sendo um Ford/Escort, um veículo Renault/Clio e uma caminhonete Ford F-1000.

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